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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

|Speed Racer|

Emocionante. Família, união, esperança, justiça, amor, emoção, drama, ação, ganância, trapassas e leite. Esses são os ingredientes da filmagem feita pelos irmãos Wachowski (Matrix) para Speed Racer (Emilie Hirst - Show de Vizinha). A filmagem da história de Speed no Mach 5 cor de prata enche os olhos de tanta cor. Chega a ser psicodélico.

Toda a histório dos desenhos está no filme. Tem a Trixie (Chistina Ricci - Monster, Gasprzinho, A Lenda do Cavalheiro Sem Cabeça) , inseparável namorada de Speed e o enigmático Corredor X (Mathew Fox - Lost) que na verdade é Rex Racer, o irmão disfarçado de Speed, e é claro que ficamos torcendo para que Speed descubra que o misterioso piloto é na verdade o seu irmão. É válido registrar que a mãe de Speed é vivida pela Oscarizada Susan Sarandon (Encantada e Thelma e Louise). O Gorducho e o macaco fizeram um ótima dupla. aliás, o macaco é de verdade, apesar das reclamações do PETA.

As corridas são pura adrenalina, impossível não torcer por Speed. Os carros detem acessórios que os fazem pular, dar cambalhotas e fugir dos mais diversos truques pregados pelos corredores trapaceiros. Tem até um carro patrocinado pela Petrobrás.

O filme critica as grandes coorporações, responsáveis pelas maldades do mundo, incluindo aí a manipulação de resultados de corrida e a destruição de famílias por dinheiro. Uma bonita mensagem de que um outro mundo é possíve, bastando fazer a sua parte para começar a mudar.
A comemoração de Speed com leite no final das corridas é no mínimo ilária.

Chegou a ser esquisito o momento em que saí da sala de cinema e liguei o rádio. Estava tocando a música Go, Speed Racer, Go! da banda Sponge, que é da trilha do filme e seguiu-se com Match 5, sucesso de um tempinho atrás da banda Presidents of U.S.A.. O clima do filme continuou um pouquinho mais pra mim graças a Ipanema.

Recomendo o filme. Go, Speed Racer, Go!
Antes do fim:

Speed Racer - Herbert Vianna


Cada dia que passa
É mais um dia que passa
Pra onde o destino me leva, eu não sei
Eu ando pela cidade, Speed Racer
Pela cidade, um Mach 5 cor de prata em alta velocidade
Em alta velocidade
De dentro do meu carro, eu vejo a chuva, o sol, o vento
E as nuvens dando voltas na Lagoa eu penso
A vida nem sempre é boa
A vida nem sempre é boa
Até por ruas mais estreitas ou por grandes avenidas
Cruzando viadutos e túneis
Passam-se dias e noites
Passam-se dias e noites
rasgando o espaço, eu sinto o sol
Batendo em minha cara
Eu tenho a força, eu sou veloz
No mach 5 em alta velocidade
Em alta velocidade
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Segunda-feira, 3 de Março de 2008

|Onde os Fracos não tem Vez|

Estou a um tempão sem escrever nada por aqui. Realmente andava sem tempo. Fiz várias coisas durante este tempo, mas o que me fez sentar em frente a esta tela foi o “Onde os Fracos não tem Vez”. Aliás, mais um filme com o título mal traduzido. O nome deveria ser algo do tipo “Não há lugar para os velhos”, isso descreveria melhor a essência que eu encontrei no filme.


Tudo começa com uma locução de Tommy Lee Jones (ganhou o Oscar em O Fugitivo) contando do tempo em que nem o Xerife precisava usar armas. Ele é o xerife da localidade. Um caçador (Josh Brolin – participou de O Gangster e de Os Goonies) encontra um massacre no meio do deserto, um desacerto por causa de drogas. Resultado: ele encontra uma mala com 2 milhões de dolares. Um assassino louco (Javier Bardem de Mar Adentro) que carrega uma pistola presa a um cilindro de ar comprimido quer a mala. E a caçada inicia.


Em meio a caçada, uma ótima fotografia, cenas de violência, tiros, bastante sangue, crueldade e ótimos diálogos. Destaque especial para o diálogo do assassino com um dono de armazém de beira de estrada. Dono de armazém este que é obrigado e apostar em um jogo de cara ou coroa, um jogo intenso e nervoso, impensável para um cara ou coroa.


Ao final o título é justificado, os tempos são outros. As drogas dominam, o dinheiro corrompe a todos, os jovens tem cabelos verdes e até mesmo o Xerife é obrigado a usar armas.


Antes do fim:

Não deixe de assistir também ao filme “O Gangster”. Uma dupla de protagonistas milionária e oscarizada formada por Denzel Washington (Dia de Treinamento) e Russel Crowe (O Gladiador) e dirigida por Ridley Scott (Alien - o Oitavo Passageiro, Hannibal, Cruzada, Gladiador). Deveria ter ganho algum prêmio da Academia.


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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2008

|Cloverfield|


Seguindo a mesma idéia de lançamento do filme A Bruxa de Blair, foi feita uma grande campanha divulgando a data de 01-18-08 como sendo o dia em que aconteceria algo grande. Antes do filme Transformers passou um trailler intrigante sem o nome do filme, apenas com imagens estranhas, a fatídica data e o nome de J.J. Abrams. Na Internet, nos fóruns de discussão das séries Lost e Heroes, não se fala em outra coisa e o motivo é o produtor do filme ser o mesmo de Lost e um dos atores ser o mesmo de Heroes. Séries estas cobertas de mistérios e lacunas, com várias pistas deixadas pela Internet. Seria Cloverfield uma pista gigante?

Vamos a história
Tudo começa com a informação de que o filme foi encontrado em uma área anteriormente conhecida como Central Parque. A câmera fica o tempo inteiro nas mãos de um dos atores que fala o tempo inteiro que esta documentando tudo. A imagem treme, fica escura, a câmera cai e o único momento em que a imagem fica menos nervosa é quando ela é colocada no chão. Igual Bruxa de Blair.

Tudo esta indo bem em uma festa de despedida quando algo começa a destruir Nova York. Ninguém sabe o que é, a cidade começa a ser evacuada, todos correm tentando se salvar ou tentando salvar alguém. Igual Gerra dos Mundos.

A partir de determinado momento ficamos sabendo que um monstro enorme é o causador de tudo. Igual Godzilla. Se quiser saber um pouco mais sobre os antecedentes da história, clica aqui. Nos momentos em que a imagem falha, temos contato com uma gravação antiga feita pelo dono da câmera durante um passeio com uma “amiga”. Estas imagens são fundamentais para o final do filme.

Pessoas vão dizer que o filme é ótimo, já outras pessoas vão dizer que o filme é terrível. Achei o filme bastante interessante. Talvez vire uma tendência os filmes primeiro gerarem uma expectativa através da Internet para depois serem lançados no cinema. Os fãs das séries sem resposta vão querer encontrar alguma coisa no filme. Há quem diga que viu os logotipos da Fundação Dharma no filme.

Antes do fim:

Acho que o pior que começar um post é acabar. Deve ser igual com filmes tipo Cloverfield, A Bruxa de Blair, Guerra dos Mundos, Jogos Mortais, O Chamado. Por isso acabo aqui, sem fim.

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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2008

|Eventos|

O ruim de ficar um tempão sem escrever nada é que fica um monte de assunto pendente. Fica difícil saber por onde começar e lembrar de tudo, ainda mais que eu fiz algumas coisas bem legais.

Paulinho Moska e Kevin Johansen
Moska era do conjunto Inimigos do Rei (tem que ter mais de 25 anos para lembrar) e Johanstein é um Argentino, criado no Alaska, que viveu em Nova York e faz música com bastante influência brasileira. Os dois formam um belo dueto de violão e voz. Músicas penetrantes em português e espanhol. Os dois têm um ótimo carisma e senso de humor. E o show ainda foi por conta da Bandnews FM.

Tributo ao Tim Maia
Evento de lançamento do livro Tudo ou Nada de autoria do Nelson Mota com um belo show da banda Tributo a Tim Maia. O vocalista da banda, Jorjão (já tocou com um monte de banda de Porto Alegre), é muito parecido com o Tim. Tocaram vários sucessos do Tim. Foi um show emocionante tinha bebida, comida, manobrista e era de graça.

Meu nome não é Johnny
Devido a propaganda feita, esperava mais do filme. Achei uma mistura de coisas que deram certo no cinema nacional. Tem um pouco de Cazuza, um pouco de Carandiru, um pouco de Tropa de Elite. O tão elogiado Selton Melo não esta muito diferente de outros papéis já feitos, tem um pouco de cada personagem já encarnado por ele. Vai fazer sucesso na Tela Quente.

Entre Tapas e Beijos
Peça teatral participante do projeto Porto Verão Alegre. Interessante por ser uma apresentação muda. Mostra o que acontece a um casal depois de um final de relacionamento causado por uma desastrosa noite no motel. A montagem tem uma boa trilha sonora para acompanhar os gestos dos atores. Mais uma cortesia da Bandnews FM.

Antes do fim:

O melhor Cachorro-quente de Porto Alegre ainda é o Cachorro do Bigode, o melhor suco é da Lancheria do Parque, o melhor sorvete é o da Sorveteria Jóia. E como é bom ficar até altas horas falando besteira, comendo, bebendo Coca-cola gorda, cantando e tocando violão com boas pessoas.



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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

|O Vidente|


Nesta sexta vai estreiar nos cinemas o filme O Vidente. Estão no elenco Nicolas Cage (O Motoqueiro Fantasma) que vive o protagonista Cris Johnson, um mágico que pode prever 2 minutos do seu futuro. Juliane Moore (a agente do FBI em Hanibal) interpretando uma agente federal e a bonitinha Jessica Biel (que tem esperiência com mágicos em O Ilusionista), a mocinha da história. Nesta história com muita ação, Cris tem que primeiro fugir da segurança de um cassino, depois tem que fugir do FBI e finalmente tem que caçar os terroristas para proteger a Jessica Biel. O filme é baseado no livre do mesmo autor que inspirou Blade Runner e é dirigido pelo mesmo diretor de 007, Um novo dia para morrer. Jogos de surpresa acontecem o tempo todo no filme. O presonagem de Cage morre uma 50 vezes. Cris, com seupoder de olhar 2 minutos a frente, enxerga o que vai acontecer e evita que aconteça. Toda vez que ele olha o futuro, o futuro muda por causa de suas ações. O final é surpreendente.

Um fato inusitado aconteceu na sessão deste filme. Fui assistir ao filme com convite do site Cena de Cinema na segunda-feira no Cinesystem, quando o filme estava chegando ao seu ápice, acorreu um problema no projetor e a sessão foi suspensa. A retomada do filme ocorreu somente na quarta-feira e faltavam somente 14 minutos de filme. Valeu a pena.

Antes do fim:

Cada tradução que fazem dos títulos dos filmes que são de dar dó. "Next" foi traduzido para "O Vidente". Porque não deixaram "Next" mesmo que todo mundo tem no controle remoto?
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Quinta-feira, 2 de Agosto de 2007

|Saneamento Básico - O filme|



Jorge Furtado percebeu que estava fazendo filmes iguais. Conforme declaração dele, todos os filmes feitos antes de Saneamento Básico – O filme poderiam ter a mesma sinopse: “Jovem tímido e inteligente faz tudo pela mulher amada”.

Ele resolveu mudar e fez o melhor filme de comédia brasileiro que eu já vi. Com tiradas inteligentes e piadas que não caem na mesmice dos humorísticos da Globo. Atores que são os melhores desta nova “safra” muito bem entrosados.

"Saneamento básico, o filme" conta a história de uma comunidade que tenta conseguir dinheiro para construir uma fossa na cidade, mas a única verba disponível na prefeitura é para financiar o projeto de um filme. Sem saída, eles decidem então filmar uma obra de ficção para conseguir a grana.

O tema “problemas ambientais” ainda carecia de uma abordagem no cinema. De uma maneira sutil, com grandes pitadas de humor, Jorge Furtado foi feliz neste desafio. Para não deixar passar em branco meu bairrismo, vale lembrar que o filme foi gravado na Serra Gaúcha, um dos cenários mais bonitos do mundo.

Antes do fim:




O cabelo faz do homem um ser misterioso que carrega na cabeça, na parte do corpo que é mais nítida e mais marcada, uma coisa rebelde como um mar e confusa como uma floresta. Está quase fora do corpo, é uma espécie de jardim privado, onde o dono exerce à vontade sua fantasia e sua desordem. É qualquer coisa que cresce e que transborda como se estivesse livre do domínio da alma.



Gustavo Corção
Três alqueires e uma vaca
Rio de Janeiro, Agir,1961
Fala de Silene em Saneamento Básico - O filme

Terça-feira, 22 de Maio de 2007

|O Caçador de Pipas|


Acabei de ler o livro “O Caçador de Pipas” de autoria do Afegão Khaled Housseini. Este é um livro mágico, daqueles que não se consegue parar de ler apesar de suas mais de 350 páginas.

O autor apresenta Amir, filho de um rico empresário afegão, que mantém sob seus cuidados Hassan, um garoto pobre de outra etnia, filho de um empregado da família. Apesar da fidelidade de Hassan, Amir abandona o amigo, tenta esquecer a culpa da traição e parte para os Estados Unidos depois da invasão soviética.

O livro mostra uma narrativa por vezes até excessivamente cinematográfica, parecendo que foi feito com o objetivo de virar um filme. Mas é possível visualizar as paisagens e as personagens com perfeição. Por vezes é inevitável inserir-se na narrativa, fazendo às vezes de Amir, outras de Hassan. O ponto fraco se dá no fato de o autor entregar o que vai acontecer, tornando o livro bastante previsível. Não é difícil imaginar o que vai acontecer na história.

Navegamos por variados sentimentos humanos: Princípios, lealdade, dignidade, covardia, coragem, respeito e honra. Mostra o arrependimento, a culpa, o sacrifício e o sucesso de Amir. Mostra com sutileza que dentro da sua simplicidade, Hassan demonstra a sofisticação dos seus sentimentos e a sua sabedoria. Mostra que existem diferentes maneiras de ser feliz e de encarar a sua realidade.

Monarquia, república, invasão soviética, guerra civil, Taliban. O livro mostra um Afeganistão já esquecido que eu nem cheguei a ouvir falar. Espera-se que o Afeganistão volte a ser àquela nação contada no início do livro, a Terra de Amir e Hassan,

Impossível não amar e odiar Amir, não sentir compaixão por Hassan. Impossível não torcer pelo futuro do Afeganistão. Emocionante.

Antes do fim:


O diretor de origem alemã, Marc Forster, de Mais Estranho que a Ficção (2006), acaba de finalizar o filme The Kite Runner, baseado no livro. O filme deve estrear em novembro nos cinemas Americanos e em janeiro do próximo ano no Brasil. Entre os produtores do filme esta Sam Mendes, diretor de Beleza Americana.

Segunda-feira, 14 de Maio de 2007

|Cão sem dono|


Problemas básicos que vividos por jovens: falta de perspectivas, ceticismo, muitos sonhos, falta de grana, solidão, paixões e outras coisinhas mais.

Este é o cenário de Ciro (Júlio Andrade), jovem, solteiro, morador de um apartamento com pouca mobília do centro de Porto Alegre. Pouca mobília e poucos amigos. É em Porto Alegre mas poderia ser em qualquer outra metrópole. Fica interessante ser em Porto Alegre por causa do Porto-alegres, falado com bastante fluência por todos os atores. Ciro tem um amigo, o Cão Churras, um vira-latas com cara de vira-latas, que o seguiu na rua até o seu apartamento. Ciro também tem Marcela (Tainá Muller, ganhadora do merecido prêmio de Melhor Atriz no Festival de Pernambuco), uma moça cheia de vida e brilho que traz um certo sentido a vida sem vida do protagonista.

Visita na casa de casal de conhecidos desconhecidos para comer lazanha, transas no quarto sem cama de Ciro, social na casa dos pais, dificuldades para pagar o aluguel do ap, café da manhã com a companhia de Marcela e seus sonhos. Esse é o cotidiano de Ciro.

A vida de Ciro que já não era fácil, fica insuportável quando Marcela descobre que esta com câncer e some da história. Parece que Marcela era o “gás” de Ciro. Depois de uma crise, em que Ciro dá a impressão de estar vagando como se fosse um cão perdido, ele volta para a casa dos pais e passa a ter uma vidinha “normal” de adolescente com festinhas, trabalhando em uma livraria, jogando futebol com os amigos e passeios com o Churras. Até o dia em que o Cão morre e toca o telefone. Depois disso, não se sabe que rumo a vida de Ciro toma.

Um filme intenso, com uma boa história, filmado basicamente no centro de Porto Alegre. Uma vida comum de uma pessoa comum, como tantas vidas devem ser. O filme não é para assistir com a família no domingo à tarde, é um filme por vezes forte, com cenas pouco refinadas e poucos enfeites as partes engraçadas fica por conta das conversas de Ciro com Elomar (Luiz Carlos V. Coelho), o porteiro do prédio, pintor de telas e apreciador de Lupicínio Rodrigues.

Antes do fim:


O filme é baseado no livro “Até o dia em que o cão morreu” de autoria de Eduardo Galera, tem direção de Renato Ciasca e Beto Brant (O Invasor) e recebeu o Trófeu Calunga no Festival de Pernambuco. Para saber mais sobre o filme, acesse www.caosemdonopoa.com

Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2007

|Verão|

Todo mundo quer tirar férias, viajar e se refrescar. Não entendo muito a preferência das pessoas por férias no verão, eu preferia tirar um longo mês de férias no inverno com muitos filmes, comidas boas e roupas elegantes. Acho horrível essa coisa de praia-areia-suor, seria muito melhor ficar trabalhando no ar condicionado ou, melhor ainda, morar em algum lugar que não sofresse com esse calor detestável do Brasil. Por mim, a temperatura nunca deveria passar de 20°.
Um mês de férias em Bariloche, esquiando, tomando chocolate, usando casaco, dormindo até tarde e curtindo bons cinemas. Um dia quem sabe... Por enquanto simplesmente tirar férias já estava ótimo, não importa a estação.

Porque os Hollywood gosta de tanto de musicais é curioso. O filme que mais recebeu indicações para ganhar a estatueta do OSCAR® (oito) é Dreamgirls, que conta a história de um grupo de soul music dos anos 70 que revelou Diane Ross. Eu nunca tinha houvido falar desse filme e nem tenho interesse em assistir. Dos indicados para receber o prêmio de melhor filme o único que eu assisti é Os Infiltrados. Outro que eu tenho interesse é Babel. Não tem nenhum filme brasileiro concorrendo.
A cerimônia acontece na quinta-feira dia 25/02 a partir das 20:30.
Clica aqui e dá uma olhada na lista completa de indicados.

Antes do fim:
Eu sempre me esforcei pra te incentivar
Tua falta de caminho me detinha a intenção
Eu sempre te deixei bem à vontade
Mas tua falta de vontade
Me desmotivou

Já foi – Wilson Sideral

Terça-feira, 16 de Janeiro de 2007

|Mais estranho que a Ficção|

Assisti o filme “Mais Estranho que a Ficção”, contemplado pela promoção do site www.cenadecinema.com.br.
O filme conta a história de Harold Crick (Will Ferrell), um do Auditor do Imposto de Renda que leva uma vida muito regrada, fazendo tudo muito certinho (ele escova os dentes determinado número de vezes, ele conta os passos até a parada de ônibus e cronometra todas as suas atividades), ele vive sozinho e sua única companhia é o seu relógio de pulso.

Em uma manhã enquanto escova seus dentes, Harold passa a escutar uma voz feminina que narra suas atividades, seus pensamentos e suas percepções sobre as coisas. Sua vida vira uma loucura e tudo piora quando a narradora declara que Harold Crick sofrerá uma morte iminente. A voz é de Karen Eiffel (Ema Thompson), uma escritora em crise de criatividade que não consegue encontrar a melhor forma de matar o protagonista de seu novo livro.

Crick procura um especialista em literatura (Dustin Hoffman) que tenta descobrir se o livro em que Harold está é uma comédia ou uma tragédia, se o protagonista iniciar um romance com uma suposta inimiga (Maggie Gyllenhaal), sua história é uma comédia, se eles continuarem se detestando a história de Harold é uma tragédia e ele realmente vai morrer no final.

A vida de Harold virá do avesso e ele passa a fazer as coisas que sempre deixava de fazer como comprar uma guitarra, conquistar um amor, escovar os dentes sem contar as escovadas e tirar férias.

No final o filme traz uma bonita mensagem de como as coisas pequenas, que por vezes não nos importamos, como um relógio podem ser determinantes nas nossas vidas. Um belo filme, para se comer com pipoca e refrigerante fornecidos pelo Cinemark gratuitamente como parte da promoção de pré-estréia.
Aliás, cuidado com os grandes pacotes de pipoca do Cinemark, eles se jogam no chão!

Antes do fim:


Adoro as tirinhas da turma da Mafalda, pra quem gostar também, tem um link ali ao lado para acessar um blog só com tiras dela.

Para quem não souber quem é Esopo, clica aqui e descobre.